A Minha gravidez foi bem minha.
Sem muito envolvimento, sem muita emoção, sem muito entendimento, daquele, que seria o pai.
Ele estava feliz! Mas não acreditava, não entendia muito o que estava acontecendo.
Diferente de mim, que quando me descobri grávida, me senti mãe, mesmo “sem cair a ficha”, eu já era mãe!
Toda e qualquer decisão, referente ao “assunto” era minha.
Assim. Sem emoção!
O instinto paterno é lento e demorado, enquanto o materno, às vezes, atropela!
Não me sentia sozinha, mas sentia falta.
Até que, no dia 17 de setembro de 2005, vi, naquele homem, um pai!
O pai!
Dizem que quando nasce um filho, nasce também uma mãe. Aqui nasceu um pai!
O melhor pai!
O melhor que eu poderia escolher pro meu filho!
O pai que meu filho pediu pra ser dele!
O melhor amigo, o maior companheiro!
Aquele que o pequeno pede arrego, pede colo.
Aquele do maior abraço, do mais confortante.
Aquele do beijo mais apaixonado.
Da brincadeira mais engraçada. Da melhor e mais empenhada!
Aquele que larga TUDO pra ficar com ele.
Aquele que o leva passear, de carro, de bike, a pé.
Aquele que o leva pro mar. Pra brincar na areia.
Que brinca na terra, no chão, na cama, no sofá, na mesa, na cadeira… Em qualquer lugar.
Um pai que faz tudo (até demais).
Que ensina e não castiga.
Que não bate!
Que explica, ao invés de um simples não!
Que lê histórias!
Que assiste desenho!
Que canta!
Que acorda cedo, pra ficar mais tempo ao lado dele!
Que quer estar sempre junto!
Que é o personagem preferido do filho!
Que participa!
Que é o Rafa! O pai do Matheus!
Amo você!
Amo ter um filho com você!
E ele te ama!
Te idolatra!
Te beija e te faz de gato e sapato!









Puxa…que lindo!!! Parabéns ao paizão!!!
Passando para desejar um ótimo domingo!!!